segunda-feira, 15 de agosto de 2011

De dentro da caixola: precioso tempo desperdiçado

Estou cheia de idéias de posts pra colocar por aqui. Está me faltando um pouco de tempo, é fato, mas disso dá pra cuidar logo menos. Em todo caso, no momento eu estou mesmo com vontade é só de conversar com vocês... Pode ser???


Não é crise de identidade nem nada do tipo. Só estou mesmo bastante pensativa hoje, e às vezes dá a sensação de que se a gente não coloca tudo pra fora, o cérebro explode!!! Não?


Você também não se perde em seus pensamentos por vezes?

@ Já sentiram que não queriam nem deveriam estar aqui, agora? Como se estar aqui agora fosse uma grande perda de tempo? Mas ainda assim não há como fugir?

@ Vocês já se encontraram? Já tiveram certeza de que isso o que estão fazendo é realmente o que querem e o que gostam e o que deveriam fazer?

É preciso se perder pra se encontrar?

Sei não... Tenho plena consciência de que estou perdendo meu tempo. Não tenho mais justificativas pra me convencer de que devo permanecer assim, mas por outro lado estou presa a questões... digamos... de necessidade. Não quero, não gosto, e estou começando a criar um certo asco. Mais do que isso, sinto que estou constantemente perdendo meu tempo com algo inútil. Ainda, sentindo-me inútil.
É complicada e confusa a sensação de que se tem muito a oferecer, mas que seu potencial está sendo gasto (e não aproveitado!) de forma equivocada.

O pior? Além de sentir-me constantemente torturada, estou começando a criar aversão às pessoas que envolvem esse meio. Cansam, perturbam, desgastam. Irritam demais! Chegam a dar calafrios, só de ouvir a voz.

Resumo-me ao fone de ouvido, música alta, e deixar em ponto morto até a ladeira acabar. Não parece patético? Não é pura perda de tempo?

Não sou comodista. Não sou de simplesmente sentar e ver o mundo rodar. Sou de agir, de fazer acontecer!
Mas e quando se está de mãos atadas? "Dá-se seus pulos"?




Estou realmente perdida agora...


@ E com vocês? Já aconteceu algo parecido? Vocês sempre souberam o que queriam da vida e acertaram em cheio, na mosca, desde a primeira tentativa?

Um comentário:

Unknown disse...

Querida amiga, acho que meio acerto valeu para meu primeiro emprego, uma parte dele eu adorava fazer: atender pessoas simples, a outra cuidar de criança pobre mimada me irritava e como continuo fazendo isso, continuo me irritando... mas, vem as contas e vc pensa... consigo me virar sem esta grana e a resposta é: NÃO E CONTINUAMOS A FAZER AS MESMAS COISAS...

Beijos e não se sinta mal, chore se preciso.

E me ligue se quiser... podemos falar por horas...