Pois é... Como eu disse a vocês, ocorreriam mudanças no blog!
A primeira delas é que "Esposa Moderna" acabou ficando algo muito limitado às idéias e propósitos pra este blog, então ele precisou evoluir um pouquinho... Sendo assim, conheçam o Nananinanão, o "Esposa Moderna", por Nana Chiarinelli, com ainda mais Nana - além da esposa!
Com certeza ainda tem muito por vir por aí, mas a partir de agora vocês podem ver as novidades por lá.
Espero que gostem ;)
beijos
Esposa Moderna
Como trabalhar rodeada por homens, buscar uma carreira que satisfaça, cuidar de casa e de um casamento que acabou de sair do forno... sem perder um bom happy hour, é claro!
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Adeus ano velho, feliz blog novo?!
É... Foram 4 meses e 1 semana sem aparecer no meu próprio blog. Não, isso não foi legal.
Vamos aos esclarecimentos:
Este blog foi criado em meio a um impulsoquase que incontrolável de ter meu canto. No final das contas, já devo ter tido uns outros 3 ou 4 ou mais blogs ao longo da vida, e sempre chegava um momento em que não havia como seguir em frente - falta de foco, basicamente. No caso do Esposa foi diferente: eu tinha foco, tinha objetivo, tinha idéias, mas me faltava tempo - além de ter outras prioridades no momento que me impediam de dar prosseguimento ao que eu realmente gostaria de me dedicar.
Reforma feita, mudança terminada, acertando o que precisava com a pós... Agora sim posso retomar este rumo!
Acontece que nestes 4 meses distante, passei a ter novas idéias, passei a ter outra visão sobre o que eu realmente gostaria de ter num blog. Ou seja: é bem provável que o Esposa mude um bocado, que amadureça.
Acredito que isso seja bastante natural entre blogueiros "iniciantes", que estejam ainda se firmando com seu espaço. Gostaria que o foco que tenho hoje para o blog permanecesse assim daqui pra frente, então isso está sendo planejado de outra forma, diferentemente de como foi em sua criação.
Peço que me desculpem pela ausência, mas também peço que tenham paciência enquanto vou reformulando as coisas por aqui.
Tenho listas daquilo que pretendo escrever e de posts semi prontos na cabeça. Também estou firmando algumas parcerias e arranjando colunistas (??? !!!). Espero que isso seja algo mais profissional; menos hobby, mais dedicação.
Obrigada pelo que passaram por aqui até hoje e pelos que insistiram para que eu voltasse a escrever!
beijos e até já
Vamos aos esclarecimentos:
Este blog foi criado em meio a um impulso
Reforma feita, mudança terminada, acertando o que precisava com a pós... Agora sim posso retomar este rumo!
Acontece que nestes 4 meses distante, passei a ter novas idéias, passei a ter outra visão sobre o que eu realmente gostaria de ter num blog. Ou seja: é bem provável que o Esposa mude um bocado, que amadureça.
Acredito que isso seja bastante natural entre blogueiros "iniciantes", que estejam ainda se firmando com seu espaço. Gostaria que o foco que tenho hoje para o blog permanecesse assim daqui pra frente, então isso está sendo planejado de outra forma, diferentemente de como foi em sua criação.
Peço que me desculpem pela ausência, mas também peço que tenham paciência enquanto vou reformulando as coisas por aqui.
Tenho listas daquilo que pretendo escrever e de posts semi prontos na cabeça. Também estou firmando algumas parcerias e arranjando colunistas (??? !!!). Espero que isso seja algo mais profissional; menos hobby, mais dedicação.
Obrigada pelo que passaram por aqui até hoje e pelos que insistiram para que eu voltasse a escrever!
beijos e até já
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
O balão da faxineira
Depois de um ano com a mesma faxineira, eu achava que vivia um mundo perfeito. Até que ela partiu... num balão...
Bom. Era assim: toda quarta-feira era o dia da faxina. O maridão e eu já ajeitávamos a casa na terça a noite, o suficiente para que o trabalho da senhora fosse somente a limpeza - e passar algumas roupas para "me ajudar". A roupa sempre lavada (ao menos o que desse tempo d'eu lavar), e nunca a incumbi da tarefa de mexer na minha máquina (afinal, eu nem teria coragem mesmo de deixá-la fuçar no meu xodó!).
O trabalho não era complicado: apartamento de 2 quartos e 1 banheiro, com apenas 2 habitantes.
Fora isso, às segundas ela limpava também o escritório do marido: uma casa de bairro. Dois andares, um quintal. Mas, também, apenas 6 pessoas trabalhando alí: a maior dificuldade era mesmo limpar a área externa e dar uma geral nas salas e na cozinha. Claro que por isso ela ganhava quase o dobro do que para limpar nossa casinha.
Pois bem... Foi então que na segunda-feira da semana passada ela não apareceu no escritório - sem avisar, claro. Ficamos preocupados imaginando o que poderia ter acontecido, mas deixamos passar.
E na quarta-feira? Saímos para o trabalho e ela ainda não havia chegado. Liguei em casa mais tarde (talvez ela tivesse se atrasado), nada. Mandei mensagem no celular, nada. Na hora do almoço, definitivamente liguei para ela - quando para acalentar minha preocupação, veio o balão declarado: ela disse estar fazendo um tratamento e por isso estava passando por exames naquela semana, "mas lá nos meninos (vulgo no escritório) não vou mais não"; não pôde me avisar porque havia perdido meus números de telefone; e a partir de agora só a faxina (o que eu entendi bem por "não quero mais passar roupa") sairia 15 reais mais caro.
Juro que desliguei e disse que retornaria mais tarde, pra privar minha boca de falar todas as besteiras que meu cérebro produzia naquele momento.
Conversamos o marido e eu. Afinal de contas era muita afronta! Que tivesse arranjado outro lugar pra trabalhar, mas poderia ter avisado antes. Era errado me deixar na mão daquele jeito. Nunca deixamos de pagar, nunca! Poxa... Pelo contrário, ainda dava a cesta que recebia da empresa no final do ano pra ela, e sempre acabava dando coisas de casa e comida. Mas besteira se preocupar conosco se já havia alguém pagando mais, não? Pois que diferença faria não trabalhar mais pra gente e receber Ncentos reais a menos por mês?
A noite, liguei novamente. Aaaah, mas quanta enrolação... Ainda veio me dizer que subiria somente 5 reais se eu aceitasse! Mas e quando mudarmos pro nosso apartamento, ela vai subir de novo? Já seria o segundo aumento só este ano (porque já nos mudamos uma vez, em maio = aumento 3 meses atrás). Antes meu salário subisse assim também... (Acho que preciso conversar com meu chefe... huhuhu)
Querem saber? Amigos meus têm faxineira que vai a cada 15 dias (ou seja, tem mais coisa pra limpar) e cobra de 5 a 10 reais a menos do que a senhora me cobrava! Rá! Devo ter cara de palhaça...
Moral da história: estamos sem faxineira. As recomendadas a princípio estão sem dia livre.
Mas o que mais me incomoda mesmo é pegar alguém de confiança, sabe? Dá medo simplesmente colocar qualquer pessoa dentro da sua casa, sozinha, durante 4 horas.
E agora, hein?
A gente sabe que tudo dá certo no final, mas dá até friozinho na barriga por vezes...
O balão da faxineira - é, ela partiu sem nem dizer tchau!
Bom. Era assim: toda quarta-feira era o dia da faxina. O maridão e eu já ajeitávamos a casa na terça a noite, o suficiente para que o trabalho da senhora fosse somente a limpeza - e passar algumas roupas para "me ajudar". A roupa sempre lavada (ao menos o que desse tempo d'eu lavar), e nunca a incumbi da tarefa de mexer na minha máquina (afinal, eu nem teria coragem mesmo de deixá-la fuçar no meu xodó!).
O trabalho não era complicado: apartamento de 2 quartos e 1 banheiro, com apenas 2 habitantes.
Fora isso, às segundas ela limpava também o escritório do marido: uma casa de bairro. Dois andares, um quintal. Mas, também, apenas 6 pessoas trabalhando alí: a maior dificuldade era mesmo limpar a área externa e dar uma geral nas salas e na cozinha. Claro que por isso ela ganhava quase o dobro do que para limpar nossa casinha.
Pois bem... Foi então que na segunda-feira da semana passada ela não apareceu no escritório - sem avisar, claro. Ficamos preocupados imaginando o que poderia ter acontecido, mas deixamos passar.
E na quarta-feira? Saímos para o trabalho e ela ainda não havia chegado. Liguei em casa mais tarde (talvez ela tivesse se atrasado), nada. Mandei mensagem no celular, nada. Na hora do almoço, definitivamente liguei para ela - quando para acalentar minha preocupação, veio o balão declarado: ela disse estar fazendo um tratamento e por isso estava passando por exames naquela semana, "mas lá nos meninos (vulgo no escritório) não vou mais não"; não pôde me avisar porque havia perdido meus números de telefone; e a partir de agora só a faxina (o que eu entendi bem por "não quero mais passar roupa") sairia 15 reais mais caro.
Juro que desliguei e disse que retornaria mais tarde, pra privar minha boca de falar todas as besteiras que meu cérebro produzia naquele momento.
Conversamos o marido e eu. Afinal de contas era muita afronta! Que tivesse arranjado outro lugar pra trabalhar, mas poderia ter avisado antes. Era errado me deixar na mão daquele jeito. Nunca deixamos de pagar, nunca! Poxa... Pelo contrário, ainda dava a cesta que recebia da empresa no final do ano pra ela, e sempre acabava dando coisas de casa e comida. Mas besteira se preocupar conosco se já havia alguém pagando mais, não? Pois que diferença faria não trabalhar mais pra gente e receber Ncentos reais a menos por mês?
A noite, liguei novamente. Aaaah, mas quanta enrolação... Ainda veio me dizer que subiria somente 5 reais se eu aceitasse! Mas e quando mudarmos pro nosso apartamento, ela vai subir de novo? Já seria o segundo aumento só este ano (porque já nos mudamos uma vez, em maio = aumento 3 meses atrás). Antes meu salário subisse assim também... (Acho que preciso conversar com meu chefe... huhuhu)
Querem saber? Amigos meus têm faxineira que vai a cada 15 dias (ou seja, tem mais coisa pra limpar) e cobra de 5 a 10 reais a menos do que a senhora me cobrava! Rá! Devo ter cara de palhaça...
Moral da história: estamos sem faxineira. As recomendadas a princípio estão sem dia livre.
Mas o que mais me incomoda mesmo é pegar alguém de confiança, sabe? Dá medo simplesmente colocar qualquer pessoa dentro da sua casa, sozinha, durante 4 horas.
E agora, hein?
A gente sabe que tudo dá certo no final, mas dá até friozinho na barriga por vezes...
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